O artigo analisa a flexibilização dos créditos trabalhistas nos processos de recuperação judicial, examinando o conflito entre sua natureza alimentar e a natureza negocial atribuída ao plano de recuperação judicial pela Lei nº 11.101/2005. O estudo discute os limites e os impactos dessa flexibilização na proteção dos direitos dos trabalhadores e na viabilidade da recuperação das empresas em crise.